Vida longa aos que ainda conseguem enxergar o mundo com olhos sensíveis.
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Eu volto. Beijos.
Vida longa aos que ainda conseguem enxergar o mundo com olhos sensíveis.
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Eu volto. Beijos.
Postado por nath. às 22:18 1 comentários
E sério. Tirem um tempo pra ver esses vídeos:
Ritual - galera de mãos dadas - Earthdance - 2008
Parte do ritual (pirofagia) Earthdance - 2008
Início do Set do Max Grilo - Earthdance - 2008
Paulinha vs Taty - Earthdance - 2008 (briiinca!)
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Na sequência, por email:
"Mas, se eu tivesse que pegar um motivo apenas, eu diria que te amo porque você é a mulher com quem eu sempre sonhei, mas nunca achei, de verdade, que pudesse existir. Por isso. E também, nath andrade, porque você mexe a cabeça quando dança."
:***
Postado por nath. às 12:00 2 comentários
Você pode se enganar, pode até fugir, mas não adianta.
A verdade é que a gente decide se apaixonar.
(do momento: tudo que eu quis te dizer dias atrás e não tive coragem!)
Postado por nath. às 05:55 1 comentários
Acordei, com um sonho bom.
Sonhei que tava na Earthdance, o resto? Ah... o resto não pode contar.
Mas tu tava lá.
E era tão lindo, tão lindo, tão lindo, que o sonho enfim, fez sentido se chamar de sonho. Dos bons, claro.
Postado por nath. às 05:48 1 comentários
Hoje após meu encontro com o Lucas, e após meus inúmeros desabafos pessoais, cheguei à conclusão que:
to tão nervosa,
que não
falo
nada
com
nada.
Postado por nath. às 15:37 1 comentários
_te procurei sábado.
_ah é. eu nem fui dessa vez. foi bom?
_não.
_oxe! por que?
_faltou você.
abri um sorriso.
o único da terça-feira.
Postado por nath. às 23:17 0 comentários
Para adaptar os meus sonhos às condições da realidade, mantenho-me porosa ao NOVO, e aí encontro matéria-prima suficiente para construir projetos viáveis e atuais.
e tenho dito.
Postado por nath. às 17:27 0 comentários
Depois de uma semana com altos e baixos, comecei meu sábado extremamente diferente do comum. Queria ver muita gente ao mesmo tempo, andar no calçadão, pegar um carro e viajar, encarar algumas horas de festa. Não deu nada muito certo. Fiquei linda em casa, resolvi relaxar e me adaptar ao sutaqui que me fez companhia.
Lá dentro desse mundo, eu tomei chá, lichia em calda, uma sopa coreana, coisas assim. Ouvi algumas músicas que a tempos não ouvia (merlin?). Tomei umas doses de tequila, ri, dormi, descansei. Aí que tá tudo. Nestes dias a vida faz sentido. Nos outros (e em casa!), por mais que eu sinta que há uma certa coerência no que faço, a sensação é do caos. Pensando nisso a impressão é a de que a vida existe para que sejamos felizes, para o ócio, para a bombação com os amigos, para o amor e a observação do belo.
Meu fim-de-semana foi extremamente gratificante, até porque eu fiz exatamente o que eu quis e só o que acreditava, o que me permitiu SINCERIDADE E ENTREGA, e, no entanto há sempre aquelas conjunturas que nos colocam em situações desagradáveis. Acontece, mas não é suficiente pra quebrar o encanto.
Sempre escolho um fim-de-semana pra essas minhas loucuras de última hora. Raro ter um tempinho livre. Há sempre tanta coisa pra ver, tantos compromissos a cumprir. O meu, neste que passou, até mesmo porque não programei nada, serviu para me mostrar o sentido da vida. Neste momento. Vejo nessa reflexão a imagem de um ser humano profundamente simples. E há algo de patético na completude ou na felicidade. Talvez por isso os felizes não sejam nunca levados à sério.
Talvez.
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Esse post é dedicado ao meu querido Fábio, que tava disposto 24hrs às nossas (minhas) loucuras, que aguentou minha alergia, minha risada horrorosa, e pela blusa de lã. É sempre nóix, fiote! SEMPRE! Te vejo de novo sábado, pra gente ser feliz demais.
Também é dedicado ao pequeno Marcos, que mesmo sem ter a intenção - e não atender o telefone -, me fez criar ânimo pra matar saudades de pessoas queridas. Mesmo que por uma breve passagem de tempo. E não gostou de Merlin. :)
(Alguém ai disse Tegma em outubro?)
Postado por nath. às 18:49 2 comentários